18 de nov. de 2010

E entre o fosco matiz azul-gris (que não pode ser marinho, porque Brasília não tem mar) luzes que imitam o arco-íris dentro de suas receptivas caixas calam verdades e silêncios para ceder lugar ao discurso sempre latejante e enfadonho do vazio que se expande sobre a natureza que se faz morta.

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